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05 setembro, 2012

quarta-feira, setembro 05, 2012

ARAXÁ.... para pequenos deleites!

Sem nenhuma ambição de planejamento para o roteiro, me permiti essa pequena “fuga” do dia-a-dia e fui surpreendida pela riqueza cultural e prazer.  Uma imersão num pedaço da história do Brasil, desfrutando de regalias e deleites a preços justos.
Em Araxá-MG, o Tauá Grande Hotel oferece um serviço ímpar em simpatia, qualidade, criatividade, gastronomia e localização. Uma atração peculiar com muito bom gosto que incita do mais puro ócio aos melhores cuidados com a beleza e saúde. A TAM  tem voos para Araxá, mas eu fiz esse percurso de carro, saindo de Brasília. Araxá fica a uns 400 km de Belo Horizonte. Sugiro aproveitar feriados prolongados ou ter mais do que um fim de semana e como ótima escolha, recomendo  3 dias de permanência. O Tauá Grande Hotel é um resort muito famoso pelas Termas de Araxá e, por isso, tem preços de resort. Percebi que por não ser praia, o preço reflete exatamente a estrutura e a qualidade de serviços que oferecem. Uma observação especial sobre as acomodações, dignas da família real, com mobiliários e arquiteturas antigos, porém de uma conservação e luxo impressionantes. Senti-me hospedada num castelo.

Um pouco da história....D. Beija, a maior cortesã que o Brasil conheceu....
D.Beija é uma lenda contada por muitos e de muitas formas. Viveu no século XVIII. Foi interpretada e imortalizada pela magnífica Maitê Proença numa telenovela, projetando para o Brasil sua história.
Considerada a alegria dos homens e o pavor das mulheres...foi a maior cortesã que o Brasil conheceu. Beija foi raptada pelo ouvidor do rei, desgraçando sua vida e seu grande amor que ficou em Araxá. Por dois anos viveu como amante do Ouvidor, quando se transforma numa cortesã em sinal de vingança. O “tal” a abandona quando se transfere para a Corte em Portugal e Beija, já como cortesã conhecida, decide voltar para seu amor em Araxá. Como o tempo é cruel, seu amor estava casado. Ela então promete não amar a nenhum outro homem e funda a Chácara do Jatobá, um bordel que além de ter se transformado em mito, escandalizou as famílias mais conservadoras de Araxá. Sua fama varreu o Brasil, e muitos homens vinham de longe para se deitar com Beija e descobrirem seus encantos e beleza. Sem conseguir esquecer o amado, manda matá-lo, mas foi absolvida de seu julgamento, graças aos amigos. Desiludida, deixa Araxá, se mudando para Bagagem (hoje Estrela do Sul) onde chegou a tocar garimpo e ganhou muito dinheiro com os diamantes.
 


A viagem tornou-se especial já no início, imaginando a vida dessa mulher marcante que é um pedaço da nossa história no Brasil. Observando a estrada, as paisagens são diferentes para quem vive na cidade e as paradas engraçadas retratando bem o interior do país e a simplicidade do homem do campo. Aproveitei para experimentar e relembrar as comidinhas de estrada, ouvir as conversas no balcão das lanchonetes e observar os costumes...e assim a viagem foi ficando colorida....fui transformando uma pequena viagem, numa grande experiência....
Chegando no Hotel, a vista não alcança a grandiosidade dessa arquitetura inspirada nas antigas construções coloniais dos países espanhóis...a recepção lindamente ornamentada, mostra a imponência da história. É de uma delicadeza e aconchego, tal qual o atendimento das pessoas que recebem cada visitante num tom “familiar”.
Os salões, lustres de cristais, vitrais maravilhosos e as janelas com vistas para os jardins são um espetáculo à parte. As terraças merecem ser visitadas à noite por oferecerem uma visão “hollywoodiana” da paisagem noturna iluminada. Muita coisa perdida nessa região e muitos “causos” deveriam ser histórias e não lendas.
O Grande Hotel foi inaugurado em 1944 por Getulio Vargas, tem os jardins de Burle Marx, os mais lindos que já vi. Todos os presidentes estiveram lá por algum motivo e muitas destas salas presenciaram importantes decisões políticas.  Oferece uma gama de restaurantes com uma culinária local (de minassssss) bem peculiar, “vintage” e até meio “démodé”, mas que dão um ar elegante ao local. Me encantei pelo piano bar que funciona à noite com uma decoração meio anos 50 e um teatro com atrações especiais. E para desfrutar da noite e entrar no clima que o ambiente oferece, um drink “D.Beija” pode ser servido na varanda fora dos restaurantes. Além de café da manhã, almoço e jantar...o hotel oferece o chá das 5, delicadeza que tem seu valor.  A paisagem é de uma beleza indescritível, construída por Burle Marx. Podemos desfrutá-la com uma corrida ou caminhada, bem como em passeios pelo jardim para  fotos ...e fiz isso com minha mãe...uma flor, no meio de tantas...e que pela moldura da paisagem, não dava para ficar sem fazer uma pose. 


Além disso, o Hotel oferece trilhas, caiaque, arco e flecha, quadra, tênis, cavalos, charretes...passeios históricos na redondeza, cuja atração é a fonte D.Beija, chamada antigamente de Fonte da Jumenta. E na frente do hotel, uma Igreja perfeita para um momento de reflexão. Vale muito programar visita ao Museu de D.Beija e conhecer um pouco os costumes do Brasil Colonial e sua história. O museu fica num sobrado onde viveu a cortesã, na Praça Matriz. Foi criado por Assis Chateaubriand, quando se encantou com sua história. Como são poucos documentos que comprovam sua existência, esse museu mostra fotos de seus filhos, alguns objetos pessoais e documentos de propriedades. Beija nunca deixou retratar-se e a beleza ainda hoje penetra no imaginário masculino....
 

Termas e Massagens .....todas merecemos um dia de Beija.....
As termas são o ponto alto. Famosas pelos banhos terapêuticos e embelezadores.
Conta a lenda sobre a “Fonte da Jumenta”, cuja água concedia juventude, saúde e beleza era o local que D.Beija banhava-se todos os dias. Aproveitando a mágica do local, fiz um programa completo com banhos e massagens.  O Hotel é ligado por um túnel direto às termas, cuja história é muito bem contada pelo guia, em tour para grupos de turistas. Esse local foi utilizado como “hospital” para tratamentos medicinais. Hoje, é um SPA indicado para aliviar o stress do dia-a-dia com banhos terapêuticos e massagens. Dizem que os banhos de lama curam artrite, problemas de pele e inflamações.
No hall de entrada das termas, um local para descanso. No alto, um painel retratando todos os banhos da história do mundo contornando-o e no teto, o vitral perfeito. Descansado nas “chaises” pessoas esquecem o tempo ali, entre uma massagem e outra. Os banhos de lama negra (terapêuticos) são feitos em locais onde foram leitos de tratamento, em banheiras antigas, cujo cenário seria amedrontador se não fosse a delicadeza das atendentes e a decoração do local, com uma musica bem suave.
A massagem foi um capítulo à parte. Optei em fazer com um deficiente visual como uma nova experiência. O toque desse massagista foi diferente de outros, pois ele precisava conhecer, pelo tato, a estrutura do meu corpo. Qual foi minha surpresa quando ele, rapidamente e sutilmente, identificou os pontos de dores e tensões.  Eu, já entregue ao relaxamento, eis que ele me pergunta de sobressalto se meus olhos eram verdes...no susto de ser surpreendida...retruquei... “ué! por que?” E ele me diz com muita certeza que nem tive coragem de contestar, “pelo contorno de seu rosto e a forma dos cabelos, seus olhos devem ser esverdeados...” e me lembrei da tão conhecida frase atribuída a Antoine de Saint-Exupéry ...Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos....e aquele deficiente (?) me pareceu enxergar com o coração sem saber o que era belo ou não, sem receio de expor sua sensibilidade e convicção! Quantas pessoas dotadas de olhos sadios não conseguem ver uma pequena beleza ou qualidade no “outro”? e a partir daquele dia, meus olhos ficaram verdes, para mim e para ele.

04 junho, 2012

segunda-feira, junho 04, 2012

TURISMO EM BRASÍLIA?

É claro que é possível, com um pouco de planejamento e criatividade!
É comum o brasiliense ter dificuldades em receber pessoas de fora, pois para nós as coisas são óbvias e sem grandes atrativos aqui na cidade. Some-se a isso as questões de transporte e as distâncias, muitas vezes desanimadoras.
Isso me motivou tentar quebrar essa percepção, porque acredito que um pouco de preparo pode proporcionar menos stress para quem recebe e uma grande surpresa para quem visita!
Receber um turista (amigos e familiares) em “Brasilia”, tem que ser muito criativo e apaixonado pela cidade. Se não o é, não o faça, pois receber é o desafio de “encantar” pela nossa história, cultura e geografia, com apenas 50 anos de idade!!!! Além disso, poucos sabem que a cidade tem vida além da política.
Claro que algumas coisas aqui são diferentes das outras cidades. Somos um modelo atípico de organização urbana, existe uma setorização forte, a política domina o imaginário da população (principalmente quem é de fora), temos problemas urbanos, econômicos e sociais, enfim....tirando o que já sabemos que é complicado, vamos aos fatos : Brasília é uma cidade tão turística como outra qualquer. Começo lembrando da nossa história (não tão distante), que tem coisas muito boas e que se popularizaram no Brasil:

1. Participamos ativamente da tão sonhada democracia, com os Movimentos "Diretas Já", "Os Caras Pintadas" e mais recentemente a “Marcha contra a Corrupção”, dentre outros. O cenário é a Esplanada dos Ministérios, o ponto central das decisões e de poder político!!! Gente, isso é que é democracia!!!
2. Somos lembrados pelo Rock Nacional : Capital Inicial, Plebe Rude e, claro, a inesquecível Legião Urbana. Tivemos a Cassia Eller, um ícone que projetou o “jeito Brasilia” de cantar e temos o incomparável Oswaldo Montenegro no auge de sua carreira.
3. Somos referência de respeito ao cidadão pela Faixa de Pedestre e compartilhamos esse exemplo com outras cidades.
4. Exportamos talentos, como os Melhores do Mundo e seu um humor inteligente, acessível e digno (sem apelações medíocres).


Então, só com esses pequenos lembretes, afirmo que Brasília é uma Grife! Uma marca forte que só depende de como vamos projetá-la para nosso visitante!

Gosto de me preparar, por isso selecionei algumas sugestões, porque de fato pratico a projeção positiva da cidade. Vamos a elas:
Antes da “Visita” chegar
1. Tenho que conhecer o perfil do meu visitante, o que sabe sobre a cidade e quais são seus interesses pela visita. Qual o estilo de vida, do que gosta de fazer: Baladas, gastronomia, arte, esportes, etc.
2. Faço uma lista de roteiros com pontos turísticos tradicionais e os pontos peculiares da cidade que mostram o dia-a-dia, de acordo com o perfil do visitante.
3. Pesquiso a programação da cidade (shows, teatros, exposições) para o período da estadia. Quem sabe incluir alguma coisa “diferente” no passeio?
Recebendo o visitante
1. Direto do aeroporto para uma panorâmica da Esplanada...lembram da musica Faroeste Caboclo? Pois é...envolver o visitante na história de Brasilia é fundamental e, se for à noite, a vista é sensacional e imponente, quebrando qualquer má impressão!
2. Gosto de contar a parte mística da construção da cidade, que tem no livro de Iara Kern – de Aknaton a Jk.... vai lá e descobre as “lendas” de Brasilia.
3. Se houver espaço, falo sobre como foi participar das "Diretas Já", do movimento "Caras Pintadas" e de ter vivido o rock nacional.
4. Ressalto a dinâmica da cidade: o urbanismo, a arquitetura, o trânsito, as distâncias, a segregação de grupos. A cidade é diferente mesmo. Desmistifico a questão da política e nem dou “trela” se o assunto for por aí.
5. Compartilho a lista de coisas que podemos fazer e selecionamos o que é de seu interesse e desejo.


Durante a Visita
1. Faço rotas, combinando-as com distancia e tempo. Visitar os pontos turísticos como panorâmica ou visitá-los internamente, depende da estadia na cidade. Procuro fazer uma rota que fique o menos cansativo possível, pois em Brasilia tudo é muito longe. Se for mais apropriado, já temos o CITY TOUR que pode facilitar muito.
2. Programo paradas para fotos e um pouco de história. Por isso, é importante conhecer a história da cidade e seus monumentos!
3. Acrescento idas a locais que frequento no dia-a-dia, mesclando com as visitas aos monumentos, e assim, posso apresentar um pouco sobre a vida e a rotina na cidade.


Despedindo da cidade
Visita acabando? Compro um livro sobre a cidade ou um “regalo” na Torre de TV para meu visitante. Também gosto muito dos presentes da Galeria Athos Bulcão.

Bacana né? Parece óbvio, mas essas dicas me ajudam muito quando recebo alguém de fora e, geralmente, as pessoas saem daqui com outra imagem da cidade.


Minhas sugestões de rotas personalizadas!
As rotas ajudam a administrar o tempo e as distâncias em Brasília. Cada uma delas eu utilizei com algum visitante. Claro que muita coisa pode ser acrescentada ou retirada, a ideia aqui é mostrar um pouco de como me organizo.

Rota 1 – Monumentos de Niemeyer
- Passeio pela Esplanada dos Ministérios, Congresso e a Praça dos 3 poderes. Explore bem essa visita panorâmica com uma parada na Praça dos 3 Poderes que tem os prédios do Executivo, Judiciário e Legislativo, harmônicos e com a mesma importância. Explique que Niemeyer e Lucio Costa defendiam a ideia da praça ser acessível e com os 3 poderes unidos em prol de uma filosofia de administração voltada para o povo. Fale sobre o monumento dos Candangos como parecem extraterrestres e mostre a “mirada” deles para o espaço...na realidade, eles representam os operários que trabalharam na construção da cidade e parecem observar o futuro..... Se tiver tempo, faça a visita guiada no Itamaraty que é de uma riqueza ímpar e é nosso Palácio, né?
- Vale a pena uma parada Biblioteca Nacional para fotos e verifique antes a programação de eventos e o horário de visitação.
- A Catedral merece uma visita completa para a arquitetura externa e interna. Os Evangelistas, os vitrais, os anjos. É uma visão belíssima e aconchegante. Se for possível, programe ver uma missa na Catedral, principalmente no fim da tarde. Ao sair, mostre as flores secas do cerrado, nosso símbolo de beleza rústica.
- O Foyer do Teatro Nacional é aberto ao publico. Além da arquitetura extravagante, o paisagismo foi de Burle Marx com a composição da aridez no lado externo e paisagismo tropical na parte interna.
- O Hotel Nacional é uma possibilidade para o final do dia porque tem o famoso chá das 5 e também uma Galeria da Fama com todas as personalidades que estiveram hospedadas lá.

Rota 2 – Lago Sul e arredores
- Na Ponte JK recomendo uma parada para fotos e, se for no final do dia ou à noite, tem muitos restaurantes próximos com vista privilegiada.
- Santuário Dom Bosco (cujo local é por causa do padre João Belchior Bosco, que em 1883 sonhou com o surgimento de Brasília entre os paralelos 15º e 20º. Está localizado exatamente sobre o paralelo 15º) e o Jardim Botânico são sedutores e apaixonantes. Dependendo da hora, leve um lanchinho e uma garrafa de vinho e faça um picnic!
- Seguindo para Pontão é interessante o passeio no final do dia ou à noite. Não é muito meu estilo, mas para quem vem de fora, pode ser encantador. Prefiro quando tem alguma das feiras tradicionais de Brasília, como a BSB MIX que fica mais interessante. As opções de gastronomia podem ser uma boa escolha.
- Aproveite e vá ao Lago Sul em direção ao Gilberto Salomão, que já foi o centro comercial mais chique de Brasilia. Ainda mantém um ar vintage, com suas lojas e restaurantes.

Rota 3 – Ponto Central
- Sugiro o Parque da Cidade para uma caminhada se o visitante for adepto de atividades físicas. Caso contrário, faça de carro.
- A Torre de TV tem que ter tempo! A subida ao mirante é imperdível e não deixe de conhecer o museu das Gemas. Na Torre, a dica é passar uma manhã entre o artesanato, as barracas de comidinhas típicas, sentar no gramado em frente à Praça das Fontes, ver as pipas e conversar, tudo sem pressa.
- Suba o Eixo Monumental e vá na Igreja Rainha da Paz. Se for no final da tarde, o sol poente entra pelos pequenos vitrais com uma visão inesquecível. Também gosto de mostrar a vista do Memorial JK e se tiver tempo, visitar o museu.
- À noite sugiro uma parada na Fonte para ver o show de luzes, antes de jantar.
- Ali perto, no Setor Sudoeste, muitos bares e restaurantes interessantes e modernos, com custos acessíveis.

Rota 4 – Região Norte
- O Parque Olhos D’água, no final da Asa Norte é uma excelente opção para mostrar a vegetação do cerrado (lá tem a maior concentração de ipês e de árvores que estão sendo cultivadas em recuperação ao cerrado). Se seu visitante for adepto, programe uma caminhada ou corrida para começar o dia.
- Seguindo pela BR 020, vá à Torre Digital, que é o ultimo monumento de Niemeyer e recentemente inaugurado. Para complementar esse passeio, faça uma parada no Santuário de Maria Mãe 3 Vezes Admirável e você mostrará um ponto peculiar e diferente.
- Programe uma manhã ou tarde para ir ao Vale do Amanhecer e conhecer a mística e sincretismo religioso.
- Se der tempo, inclua a visita a Planaltina, especificamente no Morro da Capelinha onde existe uma cidade criada para a encenação da Paixão de Cristo.

Rota 5 – Rota Asa Sul
- Tenho paixão pela 308 sul, a rua da Igrejinha (Nossa Senhora de Fátima) que é tombada como patrimônio e é uma quadra modelo com todo planejamento e execução de Niemeyer/Lucio Costa, jardins de Burle Marx e ainda os azulejos de Athos Bulcão na Igrejinha. Explore essa paisagem conjugada como um centro dos maiores gênios idealizadores de nossa cidade. Se for antes do almoço, excelentes opções no local. E ainda tem uma sorveteria ótima para um descanso.
- Siga para a 509 sul e visite Mercado Municipal de Brasilia, réplica do Mercadão de SP, que, apesar da singeleza, tem uma variedade de coisinhas para “cozinhar”, boas compras e os excelentes sanduiche de mortadela e bolinho de bacalhau.
- No final da Asa Sul, vá a LBV que é um centro místico da história de Brasilia. A entrada franca (exceto na sala egípcia) e pode ser uma opção para um descanso depois de tanto caminhar.

Rota 6 – Lugares distantes e especiais 
- Feira do Guará: Peculiar! Tem de tudo e encanta a todos. Muito popular e deve ser visitado pela manhã. Ótimo para apreciadores de comidas típicas e compras de produtos populares, especiarias e roupas.
- Catetinho: 1ª. residência oficial de JK, foi projetado por Niemeyer num prédio de madeira. A localização era proposital para que o Presidente não se distanciasse dos trabalhadores. Em cada cômodo, uma viagem no tempo! Fica seguindo a BR 040, próximo ao Gama.
- Pirenópolis : o passeio pode ser feito num dia ou para um fim de semana. A cidade é um convite à gastronomia, história e compras e ainda tem as cachoeiras que revigoram a alma.
- Chapada dos Veadeiros :com a beleza exótica e mística e que merece um fim de semana completo.

Gastronomia: Brasília tem muitas opções. O que faço é programar as paradas de acordo com as visitas/tour do dia. Se seu convidado for diurno, vale a pena programar café da manhã em lugares bem interessantes, antes de começar o tour. Caso contrário, recomendo almoços leves para que o tour não seja comprometido e jantares temáticos, aproveitando as opções de restaurantes da cidade que não deixam nada a desejar. Sempre pesquiso antes para não ter problemas!!!!

Compras: todo turista quer comprar algo. Recomendo a Torre de TV, A Galeria Athos Bulcão,  as Camisas do Verdurão no CONIC que tem um humor interessante, as Flores secas na Catedral e para os interessados, a Feira do Paraguai.

Então é isso. Sem nenhuma pretensão, trouxe opções variadas para apresentar uma Brasília diferente ao turista. Aproveitando a safra de feriados de 2012....espero que possa ser útil!!!

Andrea Pires

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